Páginas

24 de setembro de 2014

G.A.R.R.A. - Audiência contra o Carroceiro que aleijou a égua Emília, é nessa Sexta Feira!


Nessa sexta feira, dia 26 de setembro, vamos nos unir!

Vamos mostrar para as autoridades que nós, Cidadãos honestos EXIGIMOS leis mais rigorosas contra os crimes de maus tratos aos animais de tração.

Teremos a oportunidade também de coibir outros carroceiros a continuarem escravizando seus animais, divulgando o repúdio ao Carroceiro Indio, que aleijou a égua Emília, que ele seja o primeiro exemplo para outros carroceiros, que transitam pelas Ruas livremente, açoitando covardemente esses animais gigantes, imponentes, porém tão inofensivos que são herbívoros por natureza.


Estamos convocando a todos que, assim como nós, estão cansados de ver animais de tração sendo escravizados, açoitados por chicotes, se arrastando pelas Ruas para o sustento covarde de homens que são capazes de cometer verdadeiros crimes contra a vida.

Façam seus cartazes, tragam seus amigos, É NESSA SEXTA FEIRA!

Assinem a petição no link a seguir, ela será entregue ao Juiz durante a audiência dessa sexta feira, quanto maior o número de assinaturas, maiores as chances de conseguirmos uma punição justa para esse Carroceiro!




Não se esqueçam que no dia 26 - sexta feira estaremos realizando uma manifestação em frente ao Fórum de Campo Grande quando irá acontecer a audiência preliminar contra esse criminoso, abaixo o link para o evento:


18º Juizado Especial Criminal de Campo Grande, Endereço: Rua Carlos da Silva Costa, 141 - Campo Grande.


"Não dá mais para fingirmos que as inúmeras carroças existentes na cidade nada significam. 
Carroceiros excedem-se em abusos e infrações. 
Muitos são mestres em atrocidades para com os animais, impondo-lhes um calvário de dores e privações de direitos.
Considerando-se as exceções, os bichos trabalham o dia todo sob pressão e chibatadas, sem comer, beber ou descansar, e, não raras vezes, são alugados pelo dono irresponsável para trabalharem também no período noturno. 
Os apetrechos – que os prendem covardemente à carroça – causam-lhes ferimentos e desconforto, além de ficarem expostos às intempéries, como sol forte ou chuva e frio. Alijados de suas condições naturais de vida, à noite, solitários, são presos em cubículos ou amarrados em arbustos, quando não saem a vagar procurando por comida. 
Cavalos doentes, éguas prenhes e burricos vêm da periferia, de lugares longínquos, e percorrem dezenas de quilômetros todos os dias. 
São agredidos, tratados com despreparo e negligência. 
Resultando: animais apáticos, tristes, castrados, desnutridos e subjugados. 
Deles tudo é tirado, desde a cria até a liberdade."